segunda-feira, 19 de junho de 2017

#96

Ano e mês

E aquele grito que se mantinha preso
Tem quase que a mesma importância hoje
Tal como a canção que poderia salvar quem sabe

Parte daquele humilde poeta

Que mal conseguia se equilibrar
Sobre seus sentimentos
E que fugia daquilo que não era ela

Talvez fosse mais que vontade
Uma razão que só existia dentro daquela mente e alma

Que se despedaçára naquele momento

Este já não sabe oque é temer
a qualquer mal
Mas acaba por esquecer
Que a vida ainda possui seu valor

Maior, menor. . .

Não há forma de estar em sua alma para saber ao certo oque se passa, mas arriscaria dizer

Aquela canção de ninar poderia lhe salvar

Perdida
Sem sentido, sem cores
E hoje sem sorrisos.

#95

Não há estrelas nos céus hoje
Ao menos para os olhos que chamo de meus

Me despeço das nuvens que o vento leva como de costume
Então me recordo novamente do adeus

Dolorido como o último

Sem sentido, perdido

Maldita melodia que não me deixa esquecer!

Ainda não estou cego o suficiente para ver aquele nuvem querer partir deste lugar

Ela luta contra suas forças
Contra o seu deuses e os demais
Só para sentir mais daquele perfume

Até partir sem que ninguém perceba
E o cego que por sua vez lutava
Para mantê-la ali

Já não tinha forças para se equilibrar
E a deixou partir como bem pode
Olhando-a se desfazer

Em pequenos fragmentos de nós




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