sexta-feira, 7 de julho de 2017

#97

Eu sou o ódio que você desconhece. . .
Que não segue direção
E que não deseja conhecer
O correto nome do perdão que não recebi

Os pulmões que funcionavam
Através da fumaça ddaqueles dias
Ainda conseguem viver dessa forma

O correto mais do que nunca
Tende muito mais
ao erro que não se esquece

Cubra o seu maldito rosto. . .

Que amor é esse que te faz perder a voz, e que trás a beira de um precipício onde só você morre?

Ninguém te deseja máquina
Ninguém te deseja raiva
Ninguém te quer. . .

Com aquele ódio nos olhos

A beira do maior colapso
Ou perto do menor amor
Aquele que você sente por si mesmo

Este sim é o único que deveria crescer, mas não como um fruto
Já entregue ao tempo
Pois nem o tempo aceitou
Nem as criaturas.
Que "quanto a si"
Preferiu se esquecer


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