terça-feira, 5 de novembro de 2013

#68

Subindo em um balão
Sem rédeas, sem direção
Sem culpas ou perdão

Perdão por perder de vista
Toda vista que me deste
Mas já é hora de sorrir

Mais pelo eu, não pelo seu
Pois o que tens hoje é aquilo quizeste
E o meu é aquilo ainda quero

Seja lá o que for

E esteja onde estiver
É para lá que vou
Sem medo, sem dor

Com um suor de vencedor
Sendo apenas lutador
Com muita paz e quem sabe sem furor

As vezes com lágrimas
E algumas feridas
Que só o tempo pode curar

Pois isto se faz tão normal...

Viver e esperar, de esperança
Talvez um amanhã mais sorridente
E com um pouco mais de você

Desenhando sua vida
Com a alma e sem rascunhos
Sem magoar o amor

Que está a cada dia mais
Se despede em um balão
Que já se encontra bem distante

Entre nuvens e em pouco tempo
Nas estrelas...
Bem longe de nós...

Bem pertinho dos nossos sonhos.

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