Correr
Para encontrar paz
Distante de tudo
Mais ainda, longe de todos
Encontrar o único eu interior
Longe da fumaça
A qual já cansei de respirar
Onde cansei de procurar...
Atrás de janelas e portas
As quais nada escondem
Muito menos a paz que procuro
Talvez algo que já temos
Ou no mínimo o que já vimos
Mas não o que queremos
Ajuda
À um cego que procura
Entre estrelas e constelações
A única coisa que ele deseja
Enxergar...
Seja a verdade ou a mentira
O fracasso ou a glória
O eu ou o eu
Ou quem sabe...
Você.
...eis que só precisamos de alguns minutos para mudarmos por completo as nossas vidas...
sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012
#35
Juras de amor
Que a cada dia
Se tornam mais intensas
E saem dos dedos ou dos lábios
Daquele que exala amor
Que fluem com naturalidade
E não se perdem em outros lugares
Senão em corações
...aqui ou nas estrelas...
Onde não há ondas que as segurem
Ou ventos que as derrube
Onde nao ha olhos que nos vejam
senão os Divinos que nos guardam
...como te amo...
Por aquilo que somos
E por tudo em que acredito
Que possamos ser
Por cada gesto feito
Palavras escritas e corrigidas
Por seu amor que me faz sorrir
...você me faz tão bem...
Mesmo sem saber
Sendo só quem você é
Domindo e acordando
Indo e vindo
Com o perfume sem igual
Com uma voz que eu adoro ouvir
Com olhos nos quais adoro me perder
E como eu adoro...
Jurar o meu amor
Só à você e à você.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
#34
São apenas escolhas...
Feitas com sentimentos
E com total falta de razão
Deixando a marca do erro
Erro que corróe
Que mata aquele que sabe ouvir
Que tira a razão do correto
Que faz ossos racharem
E corações grandes e fortes
Se tornarem pequenos e frágeis
Fragmentos...
Que formam um ser diferente
Que perde sua vontade de ouvir
E para que não falhe,
Deixa de falar
Já não precisa se defender
Pois cada um de nós já esta formado
Por cada erro ou não cometido
E caso este se arrependa...
Ele precisa se pedir...
Perdão...
Não importam as vozes lá fora
Elas não são as minhas
E as dela eu deixo em um baú
Baú de sonhos, esperança
Um pouco de dor, mas aprendizado
E no fim...
Felicidade.
Feitas com sentimentos
E com total falta de razão
Deixando a marca do erro
Erro que corróe
Que mata aquele que sabe ouvir
Que tira a razão do correto
Que faz ossos racharem
E corações grandes e fortes
Se tornarem pequenos e frágeis
Fragmentos...
Que formam um ser diferente
Que perde sua vontade de ouvir
E para que não falhe,
Deixa de falar
Já não precisa se defender
Pois cada um de nós já esta formado
Por cada erro ou não cometido
E caso este se arrependa...
Ele precisa se pedir...
Perdão...
Não importam as vozes lá fora
Elas não são as minhas
E as dela eu deixo em um baú
Baú de sonhos, esperança
Um pouco de dor, mas aprendizado
E no fim...
Felicidade.
domingo, 17 de junho de 2012
#33
E me pergunto
Se é tudo isso apenas um sonho
Ou se tudo que dizes é real
Me questiono com tais palavras
Que me fazem ir além
E mais que isso
Me faz esquecer tudo a nossa volta
Mais que sonhos, muito mais que desejos
Tudo aquilo que não passavam
De conversas e medos
Lágrimas e dor
Hoje vem se transformando em luzes
Nós, por vezes mal dados pelo destino
Frases que nunca passaram da garganta
Olhares que antes se calavam
Hoje estão todos livres
Para serem o que são
Sem medo ou correntes para que os segurem
Com razão ou sem nenhuma dela
Tudo aquilo que se traduz
Naquilo que o homem mais teme
E ao mesmo tempo deseja
E por que não...
Amor.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
#32
O tempo tem a cor de cinzas
O cheiro de jardim podado
O ar nos parece leve
Mas só para aqueles que sabem desejar
A chuva vem chegando de longe
Mas o sábio afirma que não
E continua com sua cabeça abaixada
Tentando manter seu conhecimento
Pobre coitado!
Tal ignorância lhe traz evasão
Quem se importa?
O tempo continua seu percurso
A maturidade é confundida com
a ignorância dos anos
Já não importam todas suas palavras
Mas a boa música aos nossos ouvidos
Dando a liberdade para sorrir e chorar
E lembrar de todos bons momentos
Bem quando as sementes ainda brotavam
E nenhuma folha necessitava de aparo
Nenhuma delas caía
Eis que a primeira dá o sinal
É chegado o outono fora de hora
Sem controle, sem se ver, sem pudor
Deixando sua marca
Da cor de cinzas...
O cheiro de jardim podado
O ar nos parece leve
Mas só para aqueles que sabem desejar
A chuva vem chegando de longe
Mas o sábio afirma que não
E continua com sua cabeça abaixada
Tentando manter seu conhecimento
Pobre coitado!
Tal ignorância lhe traz evasão
Quem se importa?
O tempo continua seu percurso
A maturidade é confundida com
a ignorância dos anos
Já não importam todas suas palavras
Mas a boa música aos nossos ouvidos
Dando a liberdade para sorrir e chorar
E lembrar de todos bons momentos
Bem quando as sementes ainda brotavam
E nenhuma folha necessitava de aparo
Nenhuma delas caía
Eis que a primeira dá o sinal
É chegado o outono fora de hora
Sem controle, sem se ver, sem pudor
Deixando sua marca
Da cor de cinzas...
quarta-feira, 30 de maio de 2012
#31
Oque pode nos calar
Oque ou quem poderá tirar de nós
Cada palavra a ser dita
Ou a mesma que se guarda
A garganta fica seca
O coração apertado
O suor persiste em descer
E junto a este
Uma lágrima que passa despercebida
O corpo se esquiva
Para conseguir se expressar
Cada vez mais e melhor
Com rapidez e perfeição
Uma imensidão de lama
Tenta por sua vez nos segurar
Abalar paredes que se racham
Com o decorrer do tempo
Mas que permanecem firmes a cada investida
A cada prova...
Quem pode nos parar
Se não a nossa vontade
De cair?
Portanto
Fuja, respire, caminhe
Vá além, pois só você
Tem o direito de se guiar
E por sua vez, se calar
Oque ou quem poderá tirar de nós
Cada palavra a ser dita
Ou a mesma que se guarda
A garganta fica seca
O coração apertado
O suor persiste em descer
E junto a este
Uma lágrima que passa despercebida
O corpo se esquiva
Para conseguir se expressar
Cada vez mais e melhor
Com rapidez e perfeição
Uma imensidão de lama
Tenta por sua vez nos segurar
Abalar paredes que se racham
Com o decorrer do tempo
Mas que permanecem firmes a cada investida
A cada prova...
Quem pode nos parar
Se não a nossa vontade
De cair?
Portanto
Fuja, respire, caminhe
Vá além, pois só você
Tem o direito de se guiar
E por sua vez, se calar
domingo, 13 de maio de 2012
#30
Que então seja...
Prefiro não ouvir
O que o hoje tem a me dizer
E por isso me mantenho desligado
Sem querer ouvir voz alguma
Sem querer ouvir palavras
Sejam de dor, de rancor
E quem sabe de amor
Pois hoje já me bastam as dores
Que carrego todos dias
Erros, pecados, mentiras...
Fardos
Coisas que me diminuem
Coisas pelas quais me julgo
E termino por me odiar
Volto aos meus 17 anos...
Entre duas paredes
Onde me mantenho em silêncio absoluto
Onde as palavras me entedem e me ensinam
Onde a respiração me traz paz
A mesma que já desconheço
Ou já não faço questão
Por estar tão distante
De tudo e de todos
Hoje...
Amanhã...
E depois...
Cada vez mais
Prefiro deixar de entender
Seja lá o que for...
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