Pois...
Acho que não há limites
Para aquilo que existe
Dentro daquele mundo
Debaixo daquele teto
Podemos inventar o que quisermos
E desta vez,
Nenhuma tristeza será convidada
Enquanto sonhar nos fizer bem
Faça apenas um sinal
E eu inventarei outros sonhos para nós
Tanto nos pode acontecer
Estando abertos ou não
A vida permanece sendo
Uma enorme caixa de surpresas
Queira ou não
Goste ou não
Ame o ame
Pois é a única coisa
Que com toda certeza
Não podem arrancar de nós
Sejam mágicos ou feiticeiros
Ou só alguém que não acredita
Em meras bobagens
Afinal,
O que seria da fé se Deus não estivesse bem ali?
...eis que só precisamos de alguns minutos para mudarmos por completo as nossas vidas...
terça-feira, 6 de novembro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
#46
No limite de nossas vozes
Até onde puder chegar
Para que não se importe,
Caso venha se perder
O céu não é o limite
E afinal, de qual deles
Ousaríamos dizer?
Parece estar tão longe
Esta liberdade com a qual
Sonhamos e inventamos
Já dizia eu
"Pobres pássaros"
Pois voam,
Mas por todas as vezes
Voltam ao solo
Como num momento único
De fechar os olhos
Ou no abrir dos braços
Encontrando a perfeição do alto
Esquecendo o solo que nos segura
Abandonando o que para nós
Não faz diferença
Que bom que nossas dores
Não alcançam os céus
E não tocam nossas asas
Pois se acontecesse...
Nossos olhos se abririam
E nossas asas se fechariam
Nos deixando a deriva.
Descendo...descendo...
Descendo.
Até onde puder chegar
Para que não se importe,
Caso venha se perder
O céu não é o limite
E afinal, de qual deles
Ousaríamos dizer?
Parece estar tão longe
Esta liberdade com a qual
Sonhamos e inventamos
Já dizia eu
"Pobres pássaros"
Pois voam,
Mas por todas as vezes
Voltam ao solo
Como num momento único
De fechar os olhos
Ou no abrir dos braços
Encontrando a perfeição do alto
Esquecendo o solo que nos segura
Abandonando o que para nós
Não faz diferença
Que bom que nossas dores
Não alcançam os céus
E não tocam nossas asas
Pois se acontecesse...
Nossos olhos se abririam
E nossas asas se fechariam
Nos deixando a deriva.
Descendo...descendo...
Descendo.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
#45
Sejam os céus
Cheios de graça e formosura
Cheios de nuvens e doçura
Como aquilo que sentimos
E desde o início acreditamos
Dando os nosso votos
Há quem possa nos enganar?
Os trilhos seguem na mesma direção
E os rabiscos no chão só afirmam
Pois são todos nossos
Olhos preciosos
Que hão de me olhar todas as manhã
E me dizem claramente
Que não há amor tão lindo quanto o nosso
Para que fique claro
Tudo isso vai além de um sonho
Com todas as coisas que sempre quis
E como pensamentos...
O perfume daquilo que sempre pintei
Com características que só os sonhos conhecem
Com olhares que eu sempre desejei
Trazendo a mim a certeza
De que Deus sempre esteve por aqui
E de que o mesmo nunca...
Nunca se esqueceu de nós
Cheios de graça e formosura
Cheios de nuvens e doçura
Como aquilo que sentimos
E desde o início acreditamos
Dando os nosso votos
Há quem possa nos enganar?
Os trilhos seguem na mesma direção
E os rabiscos no chão só afirmam
Pois são todos nossos
Olhos preciosos
Que hão de me olhar todas as manhã
E me dizem claramente
Que não há amor tão lindo quanto o nosso
Para que fique claro
Tudo isso vai além de um sonho
Com todas as coisas que sempre quis
E como pensamentos...
O perfume daquilo que sempre pintei
Com características que só os sonhos conhecem
Com olhares que eu sempre desejei
Trazendo a mim a certeza
De que Deus sempre esteve por aqui
E de que o mesmo nunca...
Nunca se esqueceu de nós
terça-feira, 25 de setembro de 2012
#44
Sementes não nascem em pedras...
Quem sois vós
Para que apague sem piedade
Os sonhos daqueles que sonham?
Que vontade é essa
Que dizima a diferença
Só por ela não ser igual?
Que desejo é esse de defender
Fazendo com que o outro,
Não veja mais a luz do sol ou
O belo brilho das estrelas?
Quanto egoísmo...
Que parece com suor que escapa de você
Mas que por sua vez...
Só lhe fazem bem
Ah, se você soubesse
Como as palavras
Sejam grandes, sejam pequenas
Ainda me tiram a vida...
O amor não é feito de egoísmo
O amor não é amigo do ódio
O amor...
É a convicção de que o outro
Voltará mais e mais vezes
Somente para mostrar-se
E amar...
Como aqueles que vivem
E por si só
Respiram o bem que aprenderam
Assim como lhe foi ensinado
Mas se por acaso do acaso
Estas palavras forem meras mentiras
Ou apenas escritas em vão
Acredito eu
Que não existe um por que
Para amar ou ser amado.
Quem sois vós
Para que apague sem piedade
Os sonhos daqueles que sonham?
Que vontade é essa
Que dizima a diferença
Só por ela não ser igual?
Que desejo é esse de defender
Fazendo com que o outro,
Não veja mais a luz do sol ou
O belo brilho das estrelas?
Quanto egoísmo...
Que parece com suor que escapa de você
Mas que por sua vez...
Só lhe fazem bem
Ah, se você soubesse
Como as palavras
Sejam grandes, sejam pequenas
Ainda me tiram a vida...
O amor não é feito de egoísmo
O amor não é amigo do ódio
O amor...
É a convicção de que o outro
Voltará mais e mais vezes
Somente para mostrar-se
E amar...
Como aqueles que vivem
E por si só
Respiram o bem que aprenderam
Assim como lhe foi ensinado
Mas se por acaso do acaso
Estas palavras forem meras mentiras
Ou apenas escritas em vão
Acredito eu
Que não existe um por que
Para amar ou ser amado.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
#43
A música acabou de começar
Agora faça silêncio
E simplesmente, me deixe descansar
Pensar um pouco
Não há como sintonizar-me agora...
Há muito barulho a nossa volta
Muito desperdício fugindo de nós
E o foco se perde
Não deveriam existir tais momentos...
Palavras as vezes escapam
Assim como olhares e pensamentos
E mais que isso...causam dor...
Não existe um porque
Mas se sim
Eu juro que jamais procurarei
Tais acidentes inúteis
Assim como arranhões
Mas prefiro acreditar
Que não precisamos deles
...ao menos para sempre...
Agora faça silêncio
E simplesmente, me deixe descansar
Pensar um pouco
Não há como sintonizar-me agora...
Há muito barulho a nossa volta
Muito desperdício fugindo de nós
E o foco se perde
Não deveriam existir tais momentos...
Palavras as vezes escapam
Assim como olhares e pensamentos
E mais que isso...causam dor...
Não existe um porque
Mas se sim
Eu juro que jamais procurarei
Tais acidentes inúteis
Assim como arranhões
Mas prefiro acreditar
Que não precisamos deles
...ao menos para sempre...
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
#42
Difícil...
Mas tente equilibrar os pensamentos
E manter estável sua fé
Voe se por ventura conseguir
Esqueça por um segundo
O chão debaixo dos seus pés
Torne o seu mundo inabitável
Fique longe das cinzas
Finalmente respire vida
Longe daquilo que você criou
E mantenha-se subindo...
Encontre-se no azul ou no verde
Ou quem sabe, desta vez
Permaneça flexível
Há tanto dentro de nós
Que mal sabemos como começar
E as vezes como continuar
Respirar não é uma opção
Talvez sorrir sim, mas chorar
Algumas horas torna-se inevitável
E aquele espelho
Se quebra...
E então, começamos novamente.
Mas tente equilibrar os pensamentos
E manter estável sua fé
Voe se por ventura conseguir
Esqueça por um segundo
O chão debaixo dos seus pés
Torne o seu mundo inabitável
Fique longe das cinzas
Finalmente respire vida
Longe daquilo que você criou
E mantenha-se subindo...
Encontre-se no azul ou no verde
Ou quem sabe, desta vez
Permaneça flexível
Há tanto dentro de nós
Que mal sabemos como começar
E as vezes como continuar
Respirar não é uma opção
Talvez sorrir sim, mas chorar
Algumas horas torna-se inevitável
E aquele espelho
Se quebra...
E então, começamos novamente.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
#41
Acho que foi ontem...
O mundo girava tão devagar
Com seus altos e baixos
Com suas grandes ondas a nos assustar
Que pulávamos muros
Altos e bem planejados
Com seus espinhos pontiagudos
Mas esses perigos
Só nos levavam a tentar
Até aprendermos a viver
Mas com o tempo
Parece que desaprendemos...
A paciência se esvai
Os sorrisos amadurecem
Aprendemos ser "flexíveis"
E o verdadeiro significado das lágrimas...
Viver e morrer
Se torna algo cada vez mais simples
Como o abrir e fechar dos olhos
Mas nos permitimos...
E terminamos por aprender mais
Quem sabe, até aprender a ser pacientes novamente
Pulando muros ou subindo em árvores
Assim como no início...
O mundo girava tão devagar
Com seus altos e baixos
Com suas grandes ondas a nos assustar
Que pulávamos muros
Altos e bem planejados
Com seus espinhos pontiagudos
Mas esses perigos
Só nos levavam a tentar
Até aprendermos a viver
Mas com o tempo
Parece que desaprendemos...
A paciência se esvai
Os sorrisos amadurecem
Aprendemos ser "flexíveis"
E o verdadeiro significado das lágrimas...
Viver e morrer
Se torna algo cada vez mais simples
Como o abrir e fechar dos olhos
Mas nos permitimos...
E terminamos por aprender mais
Quem sabe, até aprender a ser pacientes novamente
Pulando muros ou subindo em árvores
Assim como no início...
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