O navio continua a navegar
Não nosso dever impedí-lo
Eu deixo para o sentimento que resta
Seja no início ou no fim
Outros iniciam diversas vezes
Eu . . . Diria que não me importo em viver
São tantos sentimentos sem caminhos
E muitos que tinham caminhos, respostas. . .
Seja no próprio sorriso ou no de outro alguém
Sem espelhos, sem filtros, sem máscaras
Nada se mantém coberto para sempre
Nem mesmo nossas estrelas
Que quanto mais nos faz feliz
Mais nos faz correr
Para quem?
Quem somos hoje?
E já perdemos o suficiente de nós para não dar o outro lado de nossa face
E desta vez nem você
Nem ninguém pode impedir