terça-feira, 22 de março de 2016

#84

Não  acredite no que lê

Tudo não passa de sentimentalismo barato e de um pouco de vontade de ser sincero
De mim pra mim
Não há impedimentos em ser feliz deste jeito
Olhando o mar ao seu lado
Admirando o mundo ao seu jeito
Construo alguns degraus para estar sempre um pouco mais perto daquilo que quer dizer,
Perto do que quer que eu ouça
Volto a falar o suficiente
Me perco em infinitos olhares
Que estão virados na mesma direção
Do sol para você
Da lua para você
Do eu para você
Há tantas cores a sua volta
Encontro sempre um pouco mais de vida por aí
E bem mais daquilo que o tempo me fez desconhecer
...
Não sei oque pensar
Muito menos como me atirar
Menos ainda como me recolher
Recolher pedaços  daquilo que foi Quebrado por descuido e mera
Insensatez
Talvez insensatez nas palavras
Ou no próprio jeito de caminhar
Que nem sempre se mantém correto ou agrada
...
O sentimento agora é de distância
De falta de tato
Algo como desespero que atiça a alma daquele que sempre esteve quieto
Incontrolável mão...
Que fala mais do que deveria,  que entrega o segredo só para não ficar do mesmo jeito.
Por favor, me exploda
Não espere e seja sincera com você
Não se poupe
Leve com você oque já estava em suas mãos e não pense
Não releve ou não revele a ninguém
Suas feridas secretas.



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