Eles não precisam mais delas.
E nem mais da noite que se passa.
Seus gestos guardados
E sim, mais uma parte de você.
E as palavras que persistem em permanecer a nossa volta
Continuam com o mesmo sentido.
Cada deles em suas janelas inquebráveis e
Com seus olhos maiores que os nossos
Que esse buraco aumente cada vez mais, e que todo esse controle que temos se perca pelo maldito tempo
Não precisamos mais voar para lugar algum.
A dádiva de enxergar já não parece tão importante também
O vento "levou" uma a uma.
Resta minha parte que ainda está aqui
E todo resto no qual acredito mesmo não fazendo nenhum sentido.
Se deparam com uma janela e uma pequena fresta para estes enormes olhos
Que talvez esse buraco aumente cada vez mais, e que todo esse controle que temos se perca pelo tempo.